JORNALISMO E REALIDADE – ESTILOS DE REPORTAGEM

Pessoal,
Em síntese, vimos que uma reportagem não passa de uma história (em inglês, nem a palavra muda: story) que o contador (repórter), durante os tempo, contou de diversas formas:
1 – Com o mundo midiático maluco, ele se afasta da notícia (história) e busca depoimentos por fontes para contá-la: a PIRAMIDE INVERTIDA é o modelo atual, onde o primeiro parágrafo (lead) já conta quase tudo.
AUTORIDADE
IMPARCIALIDADE ASPECTOS POSITIVOS
AGILIDADE
SUPERFICIALIDADE
PASSIVIDADE ASPECTOS NEGATIVOS
ARTIFICIALIDADE
2 – Em meado dos anos 50, no Estados Unidos, já prevendo o enxugamento dos textos e a superficialidade das reportagens, um grupo de eescritores americanos funda o New Journalism. Cujo mote é:
Observar a realidade :
DEMANDA DE TEMPO ASPECTOS NEGATIVOS
TEMPO DE PERMANENCIA
MAIOR PROFUNDIDADE
SUBJETIVIDADE ASPECTOS POSITIVOS
NEW JOURNALISM
3 – Na década de 60, embalados pelo New Journalism, jornalistas como Hunter Thompson resolvem VIVER a realidade:
SUBJETIVIDADE TOTAL
ARTIFICIALIDADE MAIOR – O REPÓRTER É UM ATOR
IMEDIATO
AFASTAMENTO DA PAUTA
JORNALISMO GONZO (ENGRAÇADO)
Coloco aqui o link para o site da editora Conrad, no qual vocês podem ler o segundo capítulo de Medo e Delírio em Las Vegas ou mesmo reler o primeiro. Mas eu aviso: se fizerem isso, vai ser difícil não quererem ler o livro todo…
O cara de chapéu é o Hunter Thompson desenhado pelo ilustrador Charlie Powell.
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