O Furo e a Censura
Eu sei que a turma desse ano tá com o cronograma apertadíssimo, mas me bateu uma saudade desse meio pensante que é o IM e eu resolví postar uma das minhas atualidades preferidas e ocupar um pouquinho mais vocês. Alguém se habilita?
O assunto do momento na fórmula 1 é o acidente (que pelo visto não foi tão acidental assim) de Nelsinho Piquet na Corrida de Cingapura em 2008. Mais do que comentar a armação toda, queria dar destaque ao grande furo dado por Reginaldo Leme, comentarista da rede Globo.
Corrijam-me se estiver errada, mas há muito não via um furo tão característico: uma notícia bombástica e de fato exclusiva, cuja repercussão mundial vem sempre com os devidos créditos ao jornalista brasileiro.
Vocês lembram das aulas sobre fontes? Quem será o garganta profunda de Reginaldo Leme, que passou uma informação tão quente?
Já que tô por aqui, emendo:
Como, no Brasil democrático do século XXI, podemos aceitar a imposta pela família Sarney? Não bastasse a absurda distorção das notícias públicadas pel’O Estado do Maranhão nos domínios do coronel, agora O Estado de São Paulo vai ter que lutar contra o bigodudo e sua prole. A desfaçatez é tanta que, como diria Jorge Ben, DEU NO NY TIMES!
Linha Editorial da Revista
Bom, este é o esboço da linha editorial que eu tinha feito antes das férias:
Para Quem:
Estudantes do ensino médio (1o público)
Jovens mais velhos (2o público)
Para que:
Para mostrar diferentes pontos de vista e informar sobre assuntos novos. Fazendo com que o leitor acabe a leitura com uma visão diferente sobre o que já conhece e amplie os seu conhecimento com assuntos novos. Sintetizando assim sua opinião própria a partir da crítica do que aprendeu.
O que:
Uma revista que aborde o novo, na qual o que é importa é mudar, revolucionar, abrir os olhos do leitor para tudo o que pode ser mudado e melhorado na sua vida, ao mesmo tempo que o informa do que está mudando e há de diferente a sua volta, abrindo-o para um mundo diferente, feito de novas oportunidades.